sábado, 28 de setembro de 2013

O Hino do Partido Trabalhadores

Rodolfo Albuquerque fala sobre a candidatura de Bruno Ribeiro 380

LANÇAMENTO DA CAMPANHA DE BRUNO RIBEIRO DÁ INICIO AOS TRABALHOS PARA A REALIZAÇÃO DO PED 2013

Nesta segunda-feira (23 de setembro) na sede do SINDESP (Sindicato dos servidores público de Pernambuco), tivemos o lançamento da campanha de Bruno Ribeiro a presidência do PT Estadual. Com ele, vários outros candidatos a presidência do PT de muitos municípios estiveram presentes e lançaram suas candidaturas no coletivo, inclusive a nossa candidatura na Ilha de Itamaracá no PED, todos nós fomos representados na figura do companheiro Jessé Barros, candidato a presidência do PT da cidade do Recife.
Tivemos a presença de muitas e de muitos companheiros e companheiras que compareceram em massa ocupando todo o auditório, prestigiaram o evento diversos prefeitos, vereadores, deputados e lideranças dos mais diversos movimentos e sindicatos.

A mesa composta por muitos companheiros de luta, os Vereadores do Recife, Luís Eustáquio e Jurandir Liberal, os Deputados Estaduais Odacy Amorim, Manoel Santos e Isabel Cristina, o Secretário Estadual dos Transportes e Deputado Estadual Isaltino Nascimento, Senador Humberto Costa, Deputado Federal João Paulo Lima, Deputado Federal e Presidente do PT estadual, Pedro Eugênio, o presidente do SINDESP, Sergio Goiana, Secretária de Organização do PT estadual, Angela, Jessé Barros, Ex- Vereador Múcio Magalhães, Dilson Peixoto, e do companheiro e candidato a presidente do PT estadual Bruno Ribeiro, que foi muito festejado e prestigiado pelos demais companheiros e companheiras.

Na ocasião varias intervenções das companheiras e companheiros  deram o tom do evento, sempre pautando a importância da unidade partidária, das mudanças que precisam ser feitas internamente no partido dos trabalhadores, além da importância da realização de um PED democrático com equidade e paridade, visando o fortalecimento de nossas bases, e de um PT mais participativo nas ações do governo federal, nos eventos e lançamentos das obras do governo federal, e da importância de reconstruir o partido oportunizando todos os seguimentos da sociedade, dos movimentos sociais e da juventude.

Falou-se também da importância da construção de uma possível candidatura própria ao governo do estado, de Pernambuco, de fortalecer a nossa bancada de deputados estaduais e federais e da importância da reeleição da presidenta Dilma Rousseff para que possamos ter o 2º mandato com mais realizações, mais serviços públicos de qualidade, mais educação, mais médicos e ampliação das políticas públicas visando dar continuidade ao projeto político do partido dos trabalhadores.

Podemos observar que o clima era de entendimento, e de muita expectativa positiva em torno do nome de Bruno Ribeiro para ser eleito presidente do PT Estadual, o atual presidente Pedro Eugênio falou da importância daquele momento, dos desafios e das conquistas que tivemos nestes 10 anos de governo petista, e de sua gestão frente a presidência do PT de Pernambuco, o seu discurso empolgou a todas e todos e mostrou a importância daquele momento para o fortalecimento e unidade do nosso partido para reeleger nossa presidenta Dilma em 2014. O lançamento da candidatura do companheiro Bruno foi realmente um sucesso e saímos do evento com a certeza de que tudo que construímos valeu a pena e que precisamos ter cada vez mais orgulho de sermos petistas.





































quinta-feira, 26 de setembro de 2013

DEMOCRACIA E PARCERIA, por Luiz Inácio Lula da Silva

São gravíssimos os atos de espionagem praticados pela NSA – a Agência Nacional de Segurança dos EUA – contra os Chefes de Estado do Brasil e do México. Nada, absolutamente nada pode justificar a interceptação de telefonemas e a invasão da correspondência reservada dos Presidentes da República de países amigos, ferindo a sua soberania e desrespeitando os princípios mais elementares da legalidade internacional. E é mais grave ainda que importantes autoridades norte-americanas tenham querido legitimar tal agressão com o argumento de que os EUA estariam “protegendo” os interesses dos nossos países.

À medida que a verdade dos fatos vai sendo revelada, fica evidente que, no caso brasileiro, além da Presidente Dilma Rousseff, a Petrobrás, nossa empresa petrolífera, também foi espionada pela NSA, o que desmente as alegadas – e já por si inaceitáveis – razões de segurança.

A inadmissível ingerência nos assuntos internos do Brasil e as falsas razões alegadas provocaram a indignação da sociedade e do governo brasileiros. A Presidente Dilma Rousseff já questionou diretamente o Presidente Barack Obama sobre o problema e aguarda uma resposta convincente, à altura de sua gravidade.

O governo brasileiro está tratando o caso com a maturidade e o sentido de responsabilidade que caracterizam a Presidente Dilma Rousseff e a nossa diplomacia – mas é impossível subestimar o impacto que ele pode ter, se não for adequadamente resolvido, para as relações Brasil-EUA.

Basta imaginar o escândalo e a comoção que aconteceriam nos Estados Unidos se algum país amigo interceptasse ilegalmente, sob qualquer pretexto, os telefonemas e a correspondência reservada de seu Presidente.

O que leva um país como os EUA, tão justamente ciosos de sua democracia e de sua legalidade internas, a afrontarem a democracia e a legalidade dos outros? O que faz pensar às autoridades norte-americanas que elas podem e principalmente devem agir de modo tão insensato contra um país amigo? O que as faz acreditar que não existe nenhum inconveniente moral ou político em desrespeitar o Chefe de Estado, as instituições e as empresas do Brasil ou de qualquer outro país democrático?

E o mais inexplicável é que essa flagrante ofensa à soberania e à democracia brasileiras acontece num contexto de excelentes relações bilaterais. O Brasil, historicamente, sempre valorizou as suas relações com os Estados Unidos. Nos últimos dez anos, trabalhamos ativamente, e com bons resultados, para ampliar ainda mais a interação econômica e política do Brasil com os EUA.  Mantivemos ótimo diálogo institucional e pessoal com os seus governantes. Apostamos em uma parceria de fato estratégica entre os dois países, baseada em interesses comuns, sem prejuízo do nosso esforço pela integração da América Latina e de um maior intercambio com a África, a Europa e a Ásia.

Para isso, não hesitamos em enfrentar a desconfiança e o ceticismo de amplos setores da opinião pública brasileira, ainda traumatizados pela participação direta do governo norte-americano no golpe de Estado de 1964 e o seu permanente apoio à ditadura militar (como, de resto, a outras ditaduras militares do continente). Nunca duvidamos de que aprofundar o diálogo e fortalecer os laços econômicos e diplomáticos com os Estados Unidos fosse a melhor maneira de ajudá-los a superarem aquela página sombria das relações interamericanas, e a sua política de ingerência autoritária e antipopular na região.

No episódio atual, se ambos os países querem preservar o muito que as nossas relações bilaterais avançaram nas décadas recentes, cabe uma explicação crível e o necessário pedido de desculpas dos EUA. Mais do que isso: impõe-se a sua decidida mudança de atitude, pondo fim a tais práticas abusivas.

 Os EUA devem compreender que a desejável parceria estratégica entre os dois países não pode assentar-se na atitude conspirativa de uma das partes. Condutas ilegais e desrespeitosas certamente não contribuem para construir uma confiança duradoura entre os nossos povos e os nossos governos.

Um episódio como esse, por outro lado, demonstra o esgotamento da atual governança mundial, cujas instituições, regras e decisões são frequentemente atropeladas por países que muitas vezes confundem seus interesses particulares com os interesses de toda a comunidade internacional. Demonstra que é mais urgente do que nunca superar o unilateralismo, seja ele dos EUA ou de qualquer outro país, e criar verdadeiras instituições multilaterais, capazes de conduzir o planeta com base nos preceitos do Direito Internacional e não na lei dos mais fortes.

O mundo de hoje, como ninguém ignora, é muito diferente daquele que emergiu da 2ª Guerra Mundial. Além da descolonização africana e asiática, diversos países do sul se modernizaram e industrializaram, conquistando importantes progressos sociais, culturais e tecnológicos. Com isso, adquiriam um peso muito superior no cenário mundial. Hoje, os países que não fazem parte do G-8 representam nada menos que 70% da população e 60% da economia do mundo. Mas a ordem política global continua tão monopolizada e restritiva quanto no inicio da guerra fria. A maioria dos países do mundo está excluída dos verdadeiros espaços de decisão. É injustificável, por exemplo, que a África e a América Latina não tenham nenhum membro permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Ou que a Índia esteja fora dele. A governança global precisa refletir o mundo contemporâneo. O Conselho de Segurança só será plenamente legítimo e democrático – e acatado por todos – quando as várias regiões do mundo participarem dele, e os seus membros não defenderem apenas os próprios interesses geopolíticos e econômicos, mas representarem efetivamente o anseio de todos os povos pela paz, a democracia e o desenvolvimento.

Esse episódio e outros semelhantes apontam também para uma questão crucial: a necessidade de uma governança democrática para a internet, de modo que ela seja cada vez mais um terreno de liberdade, criatividade e cooperação – e não de espionagem.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

I ENCONTRO DA JUVENTUDE DA ILHA DE ITAMARACÁ TEM A PRESENÇA DO PEPUTADO FEDERAL JOÃO PAULO LIMA (PT)

Durante a manhã deste sábado (21), aconteceu o I ENCONTRO DA JUVENTUDE DA ILHA DE ITAMARACÁ, que reuniu cerca de 250 alunos dos Projetos Conhecer e Preservar e Juventude em Ação, contando com a presença do Deputado Federal João Paulo (PT), que foi recebido com muito carinho pelos presentes sendo homenageado e entrevistado pelos alunos. Neste importante encontro recebemos a presença de ilustres políticos como o Presidente da Câmara de Vereadores da Ilha de Itamaracá, George Augusto Martins Carneiro de Albuquerque (George Baiá - PPS), do Vereador Luciano Amaral (Luquinha - PTN), do ex- prefeito de Itamaracá Rubem Catunda da Silva Filho (Rubinho - PT), do Presidente do PSL Bayard José Júnior (Zézinho de Baiá), do Consultor político, Ex. Assessor de Orestes Quércia e Empresário, Donizeti Rocha (PMDB), do Líder estudantil e 1º Tesoureiro da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP-Cândido Pinto), Rodolfo Albuquerque (PT), do Vereador de Itapissuma Jefferson Teles (GG de Zé Antônio - PTB), José Antônio Audifax, Ex-Vereador de Itapissuma e presidente do PTB e do Ex-Prefeito de Itapissuma Clóvis Cavalcanti (PDT). O evento foi coordenado pela consultora, empresária e idealizadora dos Projetos “Conhecer e Preservar e Juventude em Ação", Juana Albuquerque (PT), que atualmente é a responsável pela capacitação de mais de 1.200 jovens na Ilha de Itamaracá.

Na ocasião foi lida e entregue uma carta de intenções constando as intervenções deliberadas pela juventude, ao Deputado Federal João Paulo Lima e do Presidente da Câmara Geroge Baiá, que demonstrou grande preocupação com o bem estar da juventude Itamaracaense e que se comprometeu juntamente com o vereador Luquinha a promover uma audiência pública conforme solicitamos no encontro.
Muito sucesso... muitas fotos...momentos de descontração, leveza e de comprometimento pela construção de políticas públicas para a juventude da Ilha de Itamaracá e região.